sábado, 1 de setembro de 2012

MENTIRA VERDE

Alguns órgãos da imprensa estão anunciando que o Município de Ulianípolis vai sair da lista dos que mais devastam nossas matas e transformar-se em município verde, como? se está enfestado de tráfíco de madeira, queimadas, devastação, invasao de terras, tendo inclusive o excelentíssimo senhor prefeito como um dos invasores, gente dita de bem de Ulianópolis, que invade fazendas alheias e se dizem proprietarios do que é dos outros, imaginem professores que possuem residência na cidade e não se envergonham de invadir propriedades legalizadas, todo mundo sabe e ninguém faz nada: IBAMA, POLÌCIA MILITAR, POLÌCIA CIVIL, SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE, GOVERNO DO ESTADO, uma verdadeira vergonha. Em quem confiar? pedir providências pra quem? Essa história de município verde em Ulianópolis é história pra boi dormir, isso sem falar na contaminação pelo lixo tóxico cuja solução também está longe das notícias divulgadas. É inadimissível que se jogue com a saúde do povo e depois virem notícias em jornais tentando divulgar mentiras. Isso tem que mudar.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

POLÍCIA SEM FORÇA

Nossa reportagem conseguiu com exclusividade um documento que comprova que mesmo querendo agir em favor da lei, o delegado Joazil Machado Serrão se queixa que não tem como dar cumprimento a um mandado judicial por falta de elementos que possibilitem agir... Em nosso entendimento bastou os posseiros baterem o pé para que o delegado se retirasse do local, por falta de força policial, por falta de elementos que dessem suporte a essa operação... Fica aí a pergunta: Quem são os elementos que querem ver o delegado Joazil Machado Serrão longe de Ulianópolis? Será que o delegado é esse capeta que estão querendo pintar? Será que o delegado atingiu o interesse de quem pratica no município, crimes de todas as naturezas? Polícia ou bandido? quem tem razão? Porque a associação dos delegados do Pará publicou uma nota de repúdio quando o delegado foi acusado e agora a corregedoria cai matando em cima de Joazil, porque só agora? Só nos resta aguarda para ver como esse angú vai terminar.

terça-feira, 17 de julho de 2012

SE CORRER O BICHO PEGA SE FICAR O BICHO COME

Fica muito difícil se tirar uma conclusão do que vem acontecendo no município de Ulianópolis,  a corregedoria investiga o delegado Joazil Machado Serrão por suspeita de extorsão e outros supostos crimes, a Associação dos Delegados do Estado do Pará publica nota de repúdio às matérias publicadas nos grandes jornais do Estado, o delegado não se sabe ao certo, como deva ser qualificado, se polícia ou bandido, se a própria polícia confunde o cidadão. Muita água ainda vai rolar até que a população seja esclarecida do que realmente acontece no município de Ulianópolis. O certo é que há alguns anos o delegado vem se queixando da falta de instrumentos para exercer sua função dentro dos padrões e tem efetuados algumas diligencias que dizem ter mexido com quem hoje tenta afastá-lo do cargo e do município por estar prejudicando a ação do crime organizado, dos ladrões de madeiras, e do interesse de muitos lobos em peles de cordeiros... vamos aguardar pra ver no que vai dar...

NOTA DE REPÚDIO


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DEU NO LIBERAL



CORREGEDORIA

Delegado vai ser investigado por cobraça de taxas para comerciantes

Evandro Corrêa
Sucursal do Sul e Sudeste do Pará
A corregedoria da Polícia Civil do Pará abriu procedimento para apurar graves denúncias envolvendo o delegado de Ulianópolis, Joazil Machado Serrão, acusado de extorquir madeireiros e cobrar propina para a liberação de bens apreendidos na delegacia. Pesam também contra o delegado denúncia de que o mesmo teria facilitado a fuga de presos da cadeia de Ulianópolis, dentre eles a de um traficante conhecido como "Cearazinho", que após fugir da prisão executou com vários tiros o seu delator, o proprietário de uma borracharia situada às margens da BR-010, Km 20, na localidade de Arco Íris. O delegado também é apontado como suspeito de envolvimento em um episódio, ocorrido na delegacia do município, em que uma quadrilha invadiu a Depol e resgatou vários caminhões carregados de madeira. Em Ulianópolis, o delegado reside atualmente em um imóvel pertencente a um dos maiores madeireiros da região.
Esta semana, a reportagem de O Liberal recebeu novas denúncias dando conta de que o policial, que está há mais de cinco anos no município, cobra uma taxa que varia entre R$ 500 a R$ 1.000,00. O pagamento, uma espécie de "mensalinho", seria a garantia de que os madeireiros não seriam incomodados pela polícia. Ainda de acordo com as denúncias, o delegado Joazil Serrão estaria cobrando uma taxa aos proprietários de veículos e de cargas apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal.
O crime funcionaria da seguinte forma: após a apresentação dos veículos e cargas apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal, Joazil Serrão notificava os proprietários e sugeria que os mesmos pagassem uma quantia na delegacia para que ficassem na condição de Fiel Depositário do bem, permanecendo com na posse dos mesmos, até decisão judicial.
No caso de recusa dos proprietários o policial ameaçava mandar tudo para a Comarca local, sendo que o bem permaneceria apreendido. Na tarde de sexta-feira, 13, a reportagem tentou, sem sucesso, contato com o promotor de Ulianópolis e com o Secretário de Segurança Pública do Pará, Luís Fernandes, para saber o posicionamento das autoridades sobre as denúncias imputadas ao delegado.

POLÍCIA X POLÍCIA


CORREGEDORIA DA POLÍCIA INVESTIGA COBRANÇA DE TAXA A MADEIREIROS E COMERCIANTES


Em Ulianópolis, delegado Joazil Serrão reside atualmente em um imóvel pertencente a um dos maiores madeireiros da região.

A corregedoria da polícia civil do Pará abriu procedimento para apurar graves denúncias envolvendo o delegado de Ulianópolis, Joazil Machado Serrão, acusado de extorquir madeireiros e cobrar propina para a liberação de bens apreendidos na delegacia. Pesam também contra o DPC denúncia de que o mesmo teria facilitado a fuga de presos da cadeia de Ulianópolis, dentre eles a de um traficante conhecido como “Cearazinho”, que após fugir da prisão executou com vários tiros o seu delator, o proprietário de uma borracharia situada às margens da Br 010, Km 20, na Localidade de Arco Íris. 

O delegado também é apontado como suspeito de envolvimento em um episódio, ocorrido na delegacia do município, em que uma quadrilha invadiu a Depol e resgatou vários caminhões carregados de madeira. Em Ulianópolis, o delegado reside atualmente em um imóvel pertencente a um dos maiores madeireiros da região.

Esta semana, a reportagem de O Liberal recebeu novas denúncias dando conta de que o policial, que está há mais de cinco anos no Município, cobra uma taxa que varia entre R$ 500 a R$ 1.000,00. O pagamento, uma espécie de “mensalinho”, seria a garantia de que os madeireiros não seriam incomodados pela polícia. Ainda de acordo com as denúncias o delegado Joazil Serrão estaria cobrando uma taxa aos proprietários de veículos e de cargas apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal.

O crime funcionaria da seguinte forma: após a apresentação dos veículos e cargas apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal Joazil Serrão notificava os proprietários e sugeria que os mesmos pagassem uma quantia na delegacia para que ficassem na condição de Fiel Depositário do bem, permanecendo com na posse dos mesmos, até decisão judicial.

No caso de recusa dos proprietários o policial ameaçava mandar tudo para a Comarca local, sendo que o bem permaneceria apreendido. Na tarde de sexta-feira, 13, a reportagem tentou, sem sucesso, contato com o promotor de Ulianópolis e com o Secretário de Segurança Pública do Pará, Luís Fernandes para saber o posicionamento das autoridades sobre as denúncias imputadas ao delegado.

EXTORSÃO


DELEGADO ACUSADO DE EXTORQUIR MADEIREIROS


Joazil Serrão teria participação no desaparecimento de 9 quilos de maconha e também de uma invasão a delegacia de Ulianópolis.
 
Evandro Corrêa
Sucursal do Sul e Sudeste do Pará 

Várias entidades de Ulianópolis encaminham esta semana ao governador Simão Jatene e a várias autoridades da Secretaria de Segurança Pública do Estado um dossiê contendo graves denúncias contra o delegado da cidade, Joazil Machado Serrão. O policial, que já está a frente da delegacia do município há mais de cinco anos, é acusado de várias práticas ilícitas, entre elas receber propina de madeireiros, cobrar taxa para a liberação de presos e também de extorquir comerciantes e empresários da cidade. Pesam ainda contra Joazil, denúncias de que o mesmo estaria engavetando inquéritos policiais de homicídios ocorridos na cidade. 

No último caso grave, em que dois homens foram queimados ainda vivos, o inquérito foi repassado para a delegacia de Paragominas, uma vez que a Superintendência de Polícia Civil da Região temia que o delegado manipulasse as investigações e arquivasse o caso.  De acordo com as denúncias, que também serão enviadas ao Ministério Público, o delegado tem participação direta no desaparecimento de 9 quilos de maconha, que sumiram misteriosamente da delegacia e também de uma invasão a delegacia da cidade, quando um grupo armado resgatou vários caminhões que haviam sido apreendidos pelo Ibama. “Ele faz barreira nas estradas vicinais e cobra pedágio dos madeireiros”. Diz um pecuarista da região afirmando que o delegado Joazil Serrão transformou a delegacia em um balcão de negócios. 

O delegado também é suspeito de facilitar a fuga de presos, entre homicidas, pistoleiros e traficantes de drogas. Desde que o policial assumiu a delegacia já foram registradas na cidade inúmeras fugas. As denúncias também dão conta de que o delegado cobra propina dentro da própria delegacia e sem a menor cerimônia.  O caso já foi levado ao conhecimento do Secretário de Segurança Pública, Luis Fernandes, que prometeu tomar providências “Vamos encaminhar tudo a nossa corregedora. A Polícia Civil não coaduna com este tipo de conduta". Disse Fernandes em recente visita a Paragominas.  

Em contato com a reportagem na manhã de ontem, um funcionário do alto escalão da Polícia Civil do Pará disse que o delegado Joazil Serrão chegou a assinar esta semana uma portaria que o transferia para outro município, no entanto, por interferência direta de um deputado estadual, com atuação em Castanhal, a situação foi revertida permanecendo o mesmo a frente da delegacia de Ulianópolis. Até o final da tarde de ontem, a Polícia Civil do Pará ainda não havia divulgado nota oficial sobre o caso e também não confirmou se houve interferência política em favor do delegado Joazil Serrão.