sexta-feira, 20 de julho de 2012

POLÍCIA SEM FORÇA

Nossa reportagem conseguiu com exclusividade um documento que comprova que mesmo querendo agir em favor da lei, o delegado Joazil Machado Serrão se queixa que não tem como dar cumprimento a um mandado judicial por falta de elementos que possibilitem agir... Em nosso entendimento bastou os posseiros baterem o pé para que o delegado se retirasse do local, por falta de força policial, por falta de elementos que dessem suporte a essa operação... Fica aí a pergunta: Quem são os elementos que querem ver o delegado Joazil Machado Serrão longe de Ulianópolis? Será que o delegado é esse capeta que estão querendo pintar? Será que o delegado atingiu o interesse de quem pratica no município, crimes de todas as naturezas? Polícia ou bandido? quem tem razão? Porque a associação dos delegados do Pará publicou uma nota de repúdio quando o delegado foi acusado e agora a corregedoria cai matando em cima de Joazil, porque só agora? Só nos resta aguarda para ver como esse angú vai terminar.

terça-feira, 17 de julho de 2012

SE CORRER O BICHO PEGA SE FICAR O BICHO COME

Fica muito difícil se tirar uma conclusão do que vem acontecendo no município de Ulianópolis,  a corregedoria investiga o delegado Joazil Machado Serrão por suspeita de extorsão e outros supostos crimes, a Associação dos Delegados do Estado do Pará publica nota de repúdio às matérias publicadas nos grandes jornais do Estado, o delegado não se sabe ao certo, como deva ser qualificado, se polícia ou bandido, se a própria polícia confunde o cidadão. Muita água ainda vai rolar até que a população seja esclarecida do que realmente acontece no município de Ulianópolis. O certo é que há alguns anos o delegado vem se queixando da falta de instrumentos para exercer sua função dentro dos padrões e tem efetuados algumas diligencias que dizem ter mexido com quem hoje tenta afastá-lo do cargo e do município por estar prejudicando a ação do crime organizado, dos ladrões de madeiras, e do interesse de muitos lobos em peles de cordeiros... vamos aguardar pra ver no que vai dar...

NOTA DE REPÚDIO


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DEU NO LIBERAL



CORREGEDORIA

Delegado vai ser investigado por cobraça de taxas para comerciantes

Evandro Corrêa
Sucursal do Sul e Sudeste do Pará
A corregedoria da Polícia Civil do Pará abriu procedimento para apurar graves denúncias envolvendo o delegado de Ulianópolis, Joazil Machado Serrão, acusado de extorquir madeireiros e cobrar propina para a liberação de bens apreendidos na delegacia. Pesam também contra o delegado denúncia de que o mesmo teria facilitado a fuga de presos da cadeia de Ulianópolis, dentre eles a de um traficante conhecido como "Cearazinho", que após fugir da prisão executou com vários tiros o seu delator, o proprietário de uma borracharia situada às margens da BR-010, Km 20, na localidade de Arco Íris. O delegado também é apontado como suspeito de envolvimento em um episódio, ocorrido na delegacia do município, em que uma quadrilha invadiu a Depol e resgatou vários caminhões carregados de madeira. Em Ulianópolis, o delegado reside atualmente em um imóvel pertencente a um dos maiores madeireiros da região.
Esta semana, a reportagem de O Liberal recebeu novas denúncias dando conta de que o policial, que está há mais de cinco anos no município, cobra uma taxa que varia entre R$ 500 a R$ 1.000,00. O pagamento, uma espécie de "mensalinho", seria a garantia de que os madeireiros não seriam incomodados pela polícia. Ainda de acordo com as denúncias, o delegado Joazil Serrão estaria cobrando uma taxa aos proprietários de veículos e de cargas apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal.
O crime funcionaria da seguinte forma: após a apresentação dos veículos e cargas apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal, Joazil Serrão notificava os proprietários e sugeria que os mesmos pagassem uma quantia na delegacia para que ficassem na condição de Fiel Depositário do bem, permanecendo com na posse dos mesmos, até decisão judicial.
No caso de recusa dos proprietários o policial ameaçava mandar tudo para a Comarca local, sendo que o bem permaneceria apreendido. Na tarde de sexta-feira, 13, a reportagem tentou, sem sucesso, contato com o promotor de Ulianópolis e com o Secretário de Segurança Pública do Pará, Luís Fernandes, para saber o posicionamento das autoridades sobre as denúncias imputadas ao delegado.

POLÍCIA X POLÍCIA


CORREGEDORIA DA POLÍCIA INVESTIGA COBRANÇA DE TAXA A MADEIREIROS E COMERCIANTES


Em Ulianópolis, delegado Joazil Serrão reside atualmente em um imóvel pertencente a um dos maiores madeireiros da região.

A corregedoria da polícia civil do Pará abriu procedimento para apurar graves denúncias envolvendo o delegado de Ulianópolis, Joazil Machado Serrão, acusado de extorquir madeireiros e cobrar propina para a liberação de bens apreendidos na delegacia. Pesam também contra o DPC denúncia de que o mesmo teria facilitado a fuga de presos da cadeia de Ulianópolis, dentre eles a de um traficante conhecido como “Cearazinho”, que após fugir da prisão executou com vários tiros o seu delator, o proprietário de uma borracharia situada às margens da Br 010, Km 20, na Localidade de Arco Íris. 

O delegado também é apontado como suspeito de envolvimento em um episódio, ocorrido na delegacia do município, em que uma quadrilha invadiu a Depol e resgatou vários caminhões carregados de madeira. Em Ulianópolis, o delegado reside atualmente em um imóvel pertencente a um dos maiores madeireiros da região.

Esta semana, a reportagem de O Liberal recebeu novas denúncias dando conta de que o policial, que está há mais de cinco anos no Município, cobra uma taxa que varia entre R$ 500 a R$ 1.000,00. O pagamento, uma espécie de “mensalinho”, seria a garantia de que os madeireiros não seriam incomodados pela polícia. Ainda de acordo com as denúncias o delegado Joazil Serrão estaria cobrando uma taxa aos proprietários de veículos e de cargas apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal.

O crime funcionaria da seguinte forma: após a apresentação dos veículos e cargas apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal Joazil Serrão notificava os proprietários e sugeria que os mesmos pagassem uma quantia na delegacia para que ficassem na condição de Fiel Depositário do bem, permanecendo com na posse dos mesmos, até decisão judicial.

No caso de recusa dos proprietários o policial ameaçava mandar tudo para a Comarca local, sendo que o bem permaneceria apreendido. Na tarde de sexta-feira, 13, a reportagem tentou, sem sucesso, contato com o promotor de Ulianópolis e com o Secretário de Segurança Pública do Pará, Luís Fernandes para saber o posicionamento das autoridades sobre as denúncias imputadas ao delegado.

EXTORSÃO


DELEGADO ACUSADO DE EXTORQUIR MADEIREIROS


Joazil Serrão teria participação no desaparecimento de 9 quilos de maconha e também de uma invasão a delegacia de Ulianópolis.
 
Evandro Corrêa
Sucursal do Sul e Sudeste do Pará 

Várias entidades de Ulianópolis encaminham esta semana ao governador Simão Jatene e a várias autoridades da Secretaria de Segurança Pública do Estado um dossiê contendo graves denúncias contra o delegado da cidade, Joazil Machado Serrão. O policial, que já está a frente da delegacia do município há mais de cinco anos, é acusado de várias práticas ilícitas, entre elas receber propina de madeireiros, cobrar taxa para a liberação de presos e também de extorquir comerciantes e empresários da cidade. Pesam ainda contra Joazil, denúncias de que o mesmo estaria engavetando inquéritos policiais de homicídios ocorridos na cidade. 

No último caso grave, em que dois homens foram queimados ainda vivos, o inquérito foi repassado para a delegacia de Paragominas, uma vez que a Superintendência de Polícia Civil da Região temia que o delegado manipulasse as investigações e arquivasse o caso.  De acordo com as denúncias, que também serão enviadas ao Ministério Público, o delegado tem participação direta no desaparecimento de 9 quilos de maconha, que sumiram misteriosamente da delegacia e também de uma invasão a delegacia da cidade, quando um grupo armado resgatou vários caminhões que haviam sido apreendidos pelo Ibama. “Ele faz barreira nas estradas vicinais e cobra pedágio dos madeireiros”. Diz um pecuarista da região afirmando que o delegado Joazil Serrão transformou a delegacia em um balcão de negócios. 

O delegado também é suspeito de facilitar a fuga de presos, entre homicidas, pistoleiros e traficantes de drogas. Desde que o policial assumiu a delegacia já foram registradas na cidade inúmeras fugas. As denúncias também dão conta de que o delegado cobra propina dentro da própria delegacia e sem a menor cerimônia.  O caso já foi levado ao conhecimento do Secretário de Segurança Pública, Luis Fernandes, que prometeu tomar providências “Vamos encaminhar tudo a nossa corregedora. A Polícia Civil não coaduna com este tipo de conduta". Disse Fernandes em recente visita a Paragominas.  

Em contato com a reportagem na manhã de ontem, um funcionário do alto escalão da Polícia Civil do Pará disse que o delegado Joazil Serrão chegou a assinar esta semana uma portaria que o transferia para outro município, no entanto, por interferência direta de um deputado estadual, com atuação em Castanhal, a situação foi revertida permanecendo o mesmo a frente da delegacia de Ulianópolis. Até o final da tarde de ontem, a Polícia Civil do Pará ainda não havia divulgado nota oficial sobre o caso e também não confirmou se houve interferência política em favor do delegado Joazil Serrão.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

CONFLITOS NO CAMPO


'Fazenda Modelo' é desmascarada no Mato Grosso do Sul com prisão de ‘produtores rurais’

Fonte da notícia: Jornal Porantim

Por Renato Santana,
Editor do jornal Porantim

Chega a 20 o número de detidos pela Polícia Federal de Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, acusados da morte e desaparecimento do corpo do cacique Nisio Gomes Guarani Kaiowá, do tekoha Guaivyry, situado no município de Amambai. A Fazenda Modelo dos ruralistas cai por terra e o agronegócio mostra o que de fato é – uma imagem com homens algemados e escondendo o rosto.

Entre os presos está o presidente do Sindicato Rural de Aral Moreira, Osvin Mittanck, franco atirador de impropérios e mentiras contra os Guarani Kaiowá e organizações de apoio aos indígenas, caso do Cimi, e do órgão indigenista do Estado, a Funai. Mittanck teria se reunido, de acordo com a Polícia Federal, com outros acusados de no dia 18 de novembro de 2011 terem arquitetado, financiado e executado a invasão ao Guaivyry, o que culminou na morte do cacique Nisio e no subsequente desaparecimento do corpo.

A prisão preventiva do ruralista, porém, é apenas parte de organização criminosa investigada pelos federais. Uma empresa de segurança privada contratada pelos fazendeiros teria arregimentado os pistoleiros, que fizeram ‘o trabalho’. Os acusados serão indiciados por formação de quadrilha, homicídio qualificado, corrupção ativa de testemunhas e fraude processual. Por sua vez, a Polícia Federal mudou de posição e trabalha com a certeza de que Nisio está morto, tendo pistas da localização do corpo.

Tais prisões muito têm a dizer. Este é o Brasil real submerso nos números de um desenvolvimento para poucos e tingido de sangue indígena, quilombola e camponês. Eis como tudo acontece na Fazenda Modelo da senadora Kátia Abreu (PSD/TO), também presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Na Fazenda Modelo dos ruralistas, empresa de segurança é, na verdade, balcão para a contratação de pistoleiros; se antes esses assassinos ficavam pelos bares e praças de cidades ermas e afastadas dos grandes centros, hoje até carteira assinada possuem.

Tal realidade se verifica por todo o Brasil: amiúde grupos de extermínio e milícias se relacionam com tais empresas, tal como é possível constatar em São Paulo e no Rio de Janeiro. Não basta apenas o que já matam as polícias Militar e Civil no país; é preciso mais para garantir os desmandos e a fachada de ‘gente séria’ dessa elite rural que leva dor e sofrimento a centenas de brasileiros.

Não obstante, essa Fazenda Modelo se expande e chega ao Palácio do Planalto com seus bois, soja, cana de açúcar e pistoleiros; basta checar a aproximação da presidenta Dilma com o setor. No Mato Grosso do Sul, entretanto, a fazenda está instalada há tempos: o cacique Nisio Gomes entrou para as estatísticas escandalosas dos mais de 200 assassinatos de Guarani Kaiowá desde 2003. Afinal, quem matou os irmãos Vera, Marçal Tupã, Dorvalino e tantos outros?

No início das investigações, a Polícia Federal pouco deu ouvidos aos indígenas do Guaivyry. Chegou ao cúmulo de, em nota, dizer que o indígena Valmir Guarani Kaiowá, filho de Nisio, seria indiciado por falso testemunho aos delegados. Conforme Valmir relatou, ele e o primo, testemunhas oculares do crime contra Nisio, eram interrogados por horas seguidas, de forma repetida, sem alimentação.

Nessa mesma linha, boatos passaram a correr dizendo que Nisio estava vivo e escondido pelos apoiadores não-índios dos Guarani Kaiowá. Um interdito proibitório impetrado pelos fazendeiros passou a impedir o Cimi de entrar no tekoha Guaivyry. Na Fazenda Modelo, até mesmo a circulação de representantes da Presidência da República foi impedida por ruralistas em áreas reivindicadas pelos indígenas e tomadas por fazendas.

Isso ocorreu porque o governo federal sempre se portou como mero caseiro da Fazenda Modelo. Por mais que o projeto popular do governo federal tenha fracassado, e hoje a prioridade seja estreitar alianças com o latifúndio, se faz urgente a identificação e demarcação das terras Guarani Kaiowá. Só com as terras garantidas e livres da praga atrasada do latifúndio e suas ervas daninhas os indígenas poderão ser plenos.

Os fatos mostram que os indígenas precisam ser ouvidos. Valmir e os demais Guarani Kaiowá do Guaivyry não mentiram e a Polícia Federal e veículos de imprensa devem desculpas a eles. Para o Guarani, a palavra está acima de tudo. A tendência de menosprezá-los é secular; como senhores do próprio destino, os indígenas possuem não só uma sabedoria especial desprezada pela sociedade dita ‘civilizada’, mas também pleno conhecimento de suas próprias máculas e necessidades. Acima de tudo, compromisso com os valores humanos determinados por suas culturas.

A Polícia Federal, todavia, agiu e isso é essencial para coibir novas ações covardes perpetradas pelos fazendeiros. O que é difícil sem os fazendeiros invasores fora das terras indígenas. Desse modo, agora se espera que a Funai faça a sua parte – mesmo que sob uma greve de servidores que expõe não só angústias de técnicos comprometidos com a causa indígena, mas o que de fato o governo federal reserva para a questão: inquéritos policiais para a investigação de mortes.

Foto: Ponta Porã/MS. Foto: DF
miron-noticias.blogspot.com
Fonte: http://www.cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&conteudo_id=6372&action=read

DEU NO LIBERAL


Entidades acusam delegado de extorsão

ULIANÓPOLIS

Várias práticas ilícitas no município pesam sobre Joazil Serrão
EVANDRO CORRÊA
Sucursal Sul e Sudeste do Pará
Várias entidades de Ulianópolis encaminham esta semana ao governador Simão Jatene e a várias autoridades da Secretaria de Segurança Pública do Estado um dossiê contendo graves denúncias contra o delegado da cidade, Joazil Machado Serrão. O policial, que já está à frente da delegacia do município há mais de cinco anos, é acusado de várias práticas ilícitas, entre elas. a de receber propina de madeireiros, cobrar taxa para a liberação de presos e também de extorquir comerciantes e empresários da cidade. Pesam ainda contra Joazil, denúncias de que o mesmo estaria engavetando inquéritos policiais de homicídios ocorridos na cidade.
No último caso grave, em que dois homens foram queimados ainda vivos, o inquérito foi repassado para a delegacia de Paragominas, uma vez que a Superintendência de Polícia Civil da Região temia que o delegado manipulasse as investigações e arquivasse o caso. De acordo com as denúncias, que também serão enviadas ao Ministério Público, o delegado tem participação direta no desaparecimento de 9 quilos de maconha, que sumiram misteriosamente da delegacia e também de uma invasão a delegacia da cidade, quando um grupo armado resgatou vários caminhões que haviam sido apreendidos pelo Ibama. "Ele faz barreira nas estradas vicinais e cobra pedágio dos madeireiros", diz um pecuarista da região afirmando que o delegado Joazil Serrão transformou a delegacia em um balcão de negócios.
O delegado também é suspeito de facilitar a fuga de presos, entre homicidas, pistoleiros e traficantes de drogas. Desde que o policial assumiu a delegacia já foram registradas na cidade inúmeras fugas. As denúncias também dão conta de que o delegado cobra propina dentro da própria delegacia e sem a menor cerimônia. O caso já foi levado ao conhecimento do Secretário de Segurança Pública, Luis Fernandes, que prometeu tomar providências "Vamos encaminhar tudo a nossa corregedora. A Polícia Civil não coaduna com esste tipo de conduta". Disse Fernandes em recente visita a Paragominas.